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O Golpe militar completa 61 anos (Foto: Reprodução/Facebook) |
Segundo o petista, "hoje é dia de lembrarmos da importância da democracia, dos direitos humanos e da soberania do povo para escolher nas urnas seus líderes e traçar o seu futuro. E de seguirmos fortes e unidos em sua defesa contra as ameaças autoritárias que, infelizmente, ainda insistem em sobreviver".
Lula
destacou que, "há 40 anos, vivemos em um regime democrático e de
liberdades, que se tornou ainda mais forte e vivo com a Constituição Federal de
1988". "Esta é uma trajetória que, tenho certeza, continuaremos
seguindo. Sem nunca retroceder", emendou.
Em
várias postagens, ministros compararam o golpe militar à tentativa de golpe
investigada pela Polícia Federal (PF) e que será julgada pelo Supremo Tribunal
Federal (STF). A trama foi coordenada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, de
acordo com as investigações.
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann, também comentou em sua conta no X. “Há 61 anos, um golpe de Estado lançou o país em um longo período de ditadura, que cerceou direitos e garantias, perseguiu, prendeu e matou opositores”, escreveu.
“É importante recordar esse período nos dias de hoje, em que estão sendo levados a julgamento os comandantes de uma nova tentativa de golpe, incluindo um ex-presidente da República tornado réu”, acrescentou.
A
ministra defendeu ainda que a responsabilização dos investigados pela tentativa
de golpe é “um dever histórico”, e que o processo deve respeitar os preceitos
democráticos e as garantias constitucionais.
Golpe
completa 61 anos
Hoje marca os 61 anos do golpe de Estado que levou à ditadura militar, ocorrido em 31 de março de 1964. Na data, teve início a rebelião militar liderada pelo general Olímpio Mourão Filho, iniciada em Juiz de Fora, Minas Gerais, que logo foi seguida de outras ações militares no país. As ações levaram à deposição do presidente João Goulart.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, também se manifestou, e defendeu que é preciso lembrar o golpe de 64 para que ele não seja repetido.
“O Golpe Militar aconteceu há 61 anos, mas hoje ainda precisamos lutar firmemente em defesa da democracia, contra o extremismo e pela justiça. Ditadura nunca mais. Democracia sempre. Sem anistia”, enfatizou o ministro.
Já
o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que a data deve ser usada
para lembrar o impacto das ditaduras. “No caso do Brasil: torturas,
assassinatos, desaparecimentos, corrupção e impunidade. Por isso, neste 31 de
março, a palavra de ordem é anistia, não!”, escreveu.
O
ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, por sua vez, destacou que
a democracia brasileira foi conquistada com luta e coragem após os 21 anos de
ditadura. “Que a memória do passado nos fortaleça no presente e nos inspire a
seguir firmes na defesa do diálogo, da liberdade e do Estado Democrático de
Direito”, disse.
Publicado
originalmente no Correio Braziliense
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