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O ato contou com a presença de mais de três mil pessoas, além de ministros, autoridades e parlamentares (Foto: Ricardo Stuckert) |
Ao longo do evento, os convidados puderam acompanhar apresentações audiovisuais que reforçavam a narrativa de recuperação do país após a gestão anterior. Publicações distribuídas no local detalharam estatísticas que apontariam avanços obtidos pelo governo, enquanto apresentadoras no palco principal divulgavam dados que sustentavam o discurso de reconstrução.
Durante a cerimônia, Lula assinou dois decretos significativos. O primeiro regulamenta o fundo social para direcionar recursos do pré-sal ao programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Já o segundo decreto antecipa o 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS, garantindo a liberação da primeira parcela em abril e da segunda em maio.
Para Lula, o Brasil está em uma nova fase de reconstrução e crescimento, mas ainda enfrenta desafios. "O Brasil era uma casa em ruínas, uma terra arrasada. Em apenas dois anos de muito trabalho, nós arrumamos a casa", declarou. O presidente também ressaltou que o governo precisa do apoio da população para combater a desinformação e promover um ambiente de esperança.
Ao fim do evento, o presidente, que tenta recuperar sua popularidade, reforçou seu otimismo em relação ao futuro do país. "O Brasil voltou a sonhar. Temos condições de deixar de ser o eterno país do futuro para nos tornarmos, de fato, o país do presente."
Lula é recebido em balanço do governo aos gritos de "sem anistia"
Com popularidade em queda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi recebido no evento de balanço do governo ao som de aplausos e gritos de “sem anistia”. Intitulado de "O Brasil dando a volta por cima”, o encontro tem o objetivo de mostrar as realizações da gestão petista nos últimos dois anos e acontece no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília, nesta quinta-feira (3/4).
O
petista chegou acompanhado da primeira-dama Janja, do vice-presidente, Geraldo
Alckmin, da chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann,
entre outros ministros do governo.
Travado
na Câmara dos Deputados desde o ano passado, o projeto que beneficia quem
participou dos atos de 8 de janeiro de 2023 é alvo de nova investida envolvendo
a articulação de parlamentares da oposição.
Publicado
originalmente no Correio Braziliense
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