O Estado Ceará tem 414.492 casos confirmados de Covid-19, segundo dados divulgados às 17h20min de ontem, 3, pela plataforma IntegraSUS, da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa). São 2.588 casos a mais quando comparados com a última atualização. Foram registrados 11.072 mortes em decorrência da doença desde o começo da pandemia.
Conforme a atualização, ocorreram seis mortes nas últimas 24 horas. Há ainda 307.246 pessoas que se recuperaram da doença no Ceará. E mais 44.514 são casos sob investigação, aguardando resultado de exames colhidos. A taxa de letalidade, atualmente, é de 2,7%. No começo de maio de 2020, a taxa era de 7,7%. Foram realizados até agora 1.395.588 exames.
O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), anunciou em live nas redes sociais que com o credenciamento de leitos em hospitais estaduais, mais 131 leitos Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) para Covid-19 serão implementados em parceria com hospitais do Interior, como os da rede São Camilo e outros até a próxima segunda-feira. A meta é ter mais outros 263 leitos até março.
O Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC) também terá leitos estaduais para atendimento de Covid-19. Em vídeo, o petista aproveitou para defender medidas mais rígidas adotadas em decreto estadual e afirmou que tenta preservar empregos, mas que sua responsabilidade maior no momento é a de "salvar vidas".
O gestor conclamou todos os cearenses a continuarem seguindo as medidas preventivas impostas em decreto estadual. O último documento determinou regras mais rígidas como o toque de recolher, a redução do horário de funcionamento de setores econômicos e a suspensão das aulas presenciais em toda rede de ensino - salvo aquelas destinadas para crianças de até três anos e atividades práticas realizadas no ensino superior.
"Até a gente conseguir vacinar a grande maioria da população, a saída são as medidas de prevenção, o distanciamento social, não aglomerar, a obrigatoriedade do uso de máscara (...) Não acha que não chega a você nem a seus familiares. Esse vírus tá mais forte, mais veloz, com mais riscos, atingindo pessoas mais novas. É fundamental que a gente colabore com o Estado (...) Só saia de casa por necessidade", argumentou.
Em
relação à recepção negativa de alguns setores quanto à rigidez de novo decreto,
que se expira no fim deste mês, Camilo afirmou que tem percebido muitas
"fakes news" circulando nas redes, mas que tem como única
responsabilidade e objetivo "salvar vidas".
Com informações portal O Povo Online
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